domingo, 4 de setembro de 2011

Aula 01/09/2011

As Fontes usadas pelo historiador
- O historiador usa de fontes de pesquisa, “documentos históricos” para compor seus textos, lembrando que seus documentos não se resumem apenas a papéis antigos. Os arquivos são as principais fontes de consulta de um profissional da área já que estes documentos se encontram catalogados.

- O documento é uma propriedade de caráter informativo, ela visa gerar no pesquisador alguma informação. As fontes orais são representadas por pessoas que através do diálogo auxiliam na sua pesquisa histórica.


- Arquivo morto são documentos velhos sem utilidade, guardados separadamente que deixados de lado e sem valor credencial. Ao longo de nossa história muitos arquivos históricos foram perdidos devido ao desinteresse de conservá-los e cultivá-los como fonte de pesquisa futura.

- A preservação documental é fundamental para o conhecimento do passado que é história. Ir às fontes é fundamental para o historiador. Documento arquivado é um documento organizado, um documento tombado é um documento identificado, possui descrição e informação de todo o conteúdo.

- Relatos e interpretações históricas são produzidos graças à documentação histórica. Documentos não catalogados são aqueles que ainda não estão em arquivos, podem inclusive ao se tornar fonte histórica mudar a mesma. Cultura material é aquilo que se pode manusear e modificar algo produzido pelo homem em determinado tempo do passado.

Questões passadas pelo Profº, que foram respondidas e entregues na aula deste dia.

1- Segundo o texto podemos considerar objetos tridimensionais como documentos históricos? Por quê?


2- O que caracteriza especificamente um jornal como documento histórico? Quais os perigos que traz para o historiador?


3- O que significa para o historiador trabalhar rigorosamente a documentação?


4- Segundo o autor o que esta oculto no documento?


5- Escolha um documento pessoal de sua mochila e explique por que ele é um documento histórico.


6- O que difere documentos arquivados daqueles que ainda não se encontram nessa condição.

Texto Herbert F.R
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Aula - 02/09/2011


O Mito da Caverna (resumo)
O mito da caverna narrado por Platão no livro VII da Republica é, uma das mais poderosas metáforas imaginadas pela filosofia, em qualquer tempo para descrever a situação da humanidade. Para o filósofo, todos nós estamos condenados a ver sombras a nossa frente e tomá-las como verdadeiras. Essa poderosa crítica à condição dos homens, escrita há quase 2.500 anos, inspirou e ainda inspira inúmeras reflexões.

Imaginemos uma caverna separada do mundo externo por um alto muro, cuja entrada permite a passagem da luz exterior. Desde seu nascimento, geração após geração, seres humanos ali vivem acorrentados, sem poder mover a cabeça para a entrada, nem locomover-se, forçados a olhar apenas a parede do fundo, e sem nunca terem visto o mundo exterior nem a luz do sol. 

Acima do muro, uma réstia de luz exterior ilumina o espaço habitado pelos prisioneiros, fazendo com que as coisas que se passam no mundo exterior sejam projetadas como sombras nas paredes do fundo da caverna. Por trás do muro, pessoas passam conversando carregando nos ombros figuras de homens, mulheres, animais cujas sombras são as próprias coisas externas, e que os artefatos projetados são os seres vivos que se movem e falam.

Um dos prisioneiros, tomado pela curiosidade, decide fugir da caverna, mas, no primeiro instante fica completamente cego pela luz do sol, com a qual seus olhos não estão acostumados, e aos pouco se habitua com a forte claridade e começa ver o mundo.Ele se encanta, fica deslumbrado, porque tem a oportunidade finalmente de ver as coisas, e descobre que em sua prisão, vira apenas sombras. O seu desejo é ficar longe da caverna, que só voltará se for obrigado, para contar o que viu e libertar os demais companheiros de cativeiro.

Assim como a subida foi penosa, porque o caminho era íngreme e a luz muito forte, também o retorno será penoso, porque precisa se habituar as trevas, o que é muito mais difícil do que habituar-se a luz. Uma vez de volta a caverna este prisioneiro será desajeitado, não sabendo mais se mover ali, nem falar do modo que os outros o entenda, será desacreditado por eles e correrá o risco de morrer por aqueles que jamais abandonarão a caverna.

Fonte: http://pt.shvoong.com/humanities/philosophy/2124602-resumo-mito-da-caverna/#ixzz1WzUdN1iW
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Aula - 02/09/2011

Por que a escola é repudiada no Brasil?
 - Por volta do século Xv e XVI começam a serem formados os primeiros países na Europa deixando de lado os reinos antigos que já não existem. Todos os sistemas antes da criação dos Estados era dominantemente Teodemocrata, ou seja, controlado pela igreja “Deus”.

- A revolução francesa foi sem dúvida o mais importante movimento realizado na Europa que questionava a ação da igreja como detentora de todo o sistema. Surgem escolas laicas, ou seja, para todos do ponto de vista universal e as escolas religiosas que aceitavam somente adeptos a sua doutrina.

- No Brasil como não se pensava ainda em construção de instituições de ensino, os que se interessavam pelo estudo se fechavam em grupos para realizar encontros e discutir os assuntos que lhes interessavam. Os colonizadores não se preocupavam com a construção de escolas e universidades, o sistema era apenas de devastação e exploração da colônia. Os jesuítas ensinavam o povo, porém com fins religiosos sempre não envolvendo caráter cientifico.

- As escolas na Europa a principio tinham função de capacitar as pessoas para lidar com maquinários e formar assim mão de obra. Nesta época o Brasil ainda não tinha entrado na era industrial, portanto segundo os poderosos da época não eram necessárias escolas. No Brasil só se começa a pensar em escolas quando chega aqui o desenvolvimento industrial à partir da Segunda Guerra Mundial.

- Aqui a escola veio para bater de frente com valores morais muito conservadores e religiosos. O ensino era passado de pai para filho baseado sempre em costumes então quando a escola questionava algo que era até então tradicional para a família, a escola era criticada severamente. Daí a dificuldade da aceitação da população.

- Além de quebrar tabus como exemplo: “bebês vêem da cegonha” por os bebês surgem de uma relação sexual, causava repulsa dos mais conservadores independente da classe social que lhes pertenciam. Diferentemente da Europa, o Brasil até hoje possui em sua grande maioria escolas que foram apenas mão de obra para o capitalismo explorador invés de formar cabeças pensantes que possam questionar o sistema e modificarem suas visões de mundo.

Texto Herbert F.R 
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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Aula - 25/08/2011

O que é História?
Na aula desta quinta o professor utilizou o texto de Vavy Pacheco Borges (disponível na Xerox do 3º andar –prédio A).Foram passadas cinco questões que deveriam ser respondidas em grupo e entregues ao professor no final da aula após uma pequena discussão sobre o assunto.

Segue as questões:

1- O que quer dizer a autora ao informar nos que a história deve ser vista no seu conjunto?
2 - Explique a frase: “ Cada realidade histórica é única não se repetindo nunca de forma igual.”
3 - O que é “documentação histórica”?
4 - O historiador faz escolhas? Porque?
5 - Por que as conclusões em história são sempre provisórias?

Lembrando que quem faltou na aula de hoje poderá entregar as respostas respondidas na próxima aula.
Quer fazer o download do livro? Acesse o link abaixo:
http://www.4shared.com/document/7eKWV0xg/O_que__Histria_-_Vavy_Pacheco_.html 
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Aula - 26/08/2011

A educação hoje e o papel da família no educar.
Na aula de sexta não houve conteúdo escrito, o professor passou o vídeo de Julio Groppa Aquino mostrando seu ponto de vista à respeito de como devemos agir perante a uma nova realidade da família brasileira na criação de seus filhos e nosso papel como educadores diante deste novo desafio.

- Segue o link do vídeo abaixo: 


Na próxima aula ocorrerá um debate à respeito do tema abordado em sala.
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